
O litoral paulista acaba de ganhar um dos projetos mais inovadores do turismo brasileiro. O museu subaquático do Guarujá, inaugurado em 2025, já é considerado o primeiro centro de visitação submerso em água salgada do Brasil e um dos mais promissores da América Latina.
Localizado a poucos metros da costa, entre a Praia do Guaiúba e a região próxima à Ilha do Mato, o espaço fica a uma profundidade que varia entre 8 e 12 metros, permitindo que visitantes vivenciem uma experiência única: explorar um museu debaixo d’água.
Esculturas foram submersas na Praia do Guaiúba, em Guarujá, SP — Foto: Prefeitura de Guarujá/Divulgação
Um novo atrativo turístico que une arte, natureza e mergulho no litoral de São Paulo
Inspirado em destinos internacionais como Cancún, no México, e museus subaquáticos da Europa, o projeto brasileiro surge com uma proposta inovadora que combina turismo náutico, arte contemporânea e preservação ambiental.

Imagem ilustrativa gerada por IA
Como funciona o museu subaquático do Guarujá
O acesso ao museu submerso é feito por meio de embarcações, caiaques ou mergulho, sendo recomendado o acompanhamento de escolas e operadoras especializadas para garantir segurança e melhor aproveitamento da experiência.
A visitação tem caráter contemplativo e educativo, permitindo aos turistas observar de perto não apenas as esculturas, mas também a vida marinha que começa a se formar ao redor delas.
A expectativa é que o espaço se torne um dos principais pontos de mergulho recreativo no Brasil, atraindo tanto iniciantes quanto mergulhadores experientes.
As esculturas que dão vida ao museu
O acervo do museu subaquático conta com 15 esculturas assinadas pelo artista brasileiro Adélio Sarro, com obras que chegam a até 2,45 metros de altura e pesam cerca de três toneladas.
As peças foram cuidadosamente submersas após estudos técnicos e ambientais, garantindo segurança e viabilidade do projeto.
Entre os destaques, estão representações de figuras históricas, culturais e simbólicas, como:

- Santos Dumont
- Cândido Portinari
- São Francisco de Assis
- Osvaldo de Camargo
- Trabalhadores portuários e pescadores
- Personagens como sereias, surfistas e marinheiros
O conjunto cria uma narrativa visual que mistura história, identidade local e elementos do universo marítimo, tornando a experiência ainda mais rica.
Muito além da arte: um museu que ajuda o meio ambiente
Um dos diferenciais mais importantes do projeto é seu impacto positivo no ecossistema marinho.
As esculturas foram projetadas para funcionar como recifes artificiais, criando abrigo para diversas espécies marinhas, como:
- Peixes
- Esponjas
- Cracas
- Algas

Muito além da arte: um museu que ajuda o meio ambiente
Com o tempo, essas estruturas se integram ao ambiente natural, contribuindo para a recuperação da biodiversidade e estimulando o equilíbrio do ecossistema local.
Além disso, o museu também tem papel educativo, incentivando a consciência ambiental e aproximando os visitantes da importância da preservação dos oceanos.
Um novo impulso para o turismo no Guarujá
A criação do museu subaquático reforça o posicionamento do Guarujá como um dos principais destinos de turismo náutico e de experiência do Brasil.
A iniciativa, apoiada por órgãos públicos e com diversas autorizações ambientais, deve impulsionar:
- O turismo de mergulho
- A hotelaria local
- Restaurantes e serviços turísticos
- Passeios marítimos
A expectativa é que o local se torne um novo cartão-postal da Baixada Santista, atraindo visitantes de todo o Brasil e também do exterior.
O que fazer na região além do museu subaquático
O passeio pode ser facilmente combinado com outras experiências incríveis no litoral paulista, tornando a viagem ainda mais completa.
Entre os destaques da região estão:
Passeios de escuna em Santos
Ideais para quem busca relaxar e explorar o litoral, com paradas para banho de mar e paisagens encantadoras.
Museu do Mar
Um dos maiores acervos marinhos da América Latina, com exposições interativas e experiências sensoriais sobre a vida nos oceanos.
Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande
Uma construção histórica do período colonial, com exposições que misturam arqueologia, arte e história do Brasil.
Uma tendência global que chega ao Brasil
Museus subaquáticos não são novidade no mundo, mas ainda são raros — existem cerca de dez projetos semelhantes globalmente.
Um dos exemplos mais famosos é o museu submerso de Cancún, no México, que atrai cerca de um milhão de visitantes por ano.
Agora, com o projeto no Guarujá, o Brasil entra nesse seleto grupo, oferecendo uma experiência que une:
- Turismo sustentável
- Arte contemporânea
- Aventura e natureza
Vale a pena visitar o museu subaquático do Guarujá?
Se você busca uma experiência diferente, fora do turismo tradicional, a resposta é sim.
O museu subaquático é ideal para:
- Quem gosta de natureza e vida marinha
- Amantes de arte
- Viajantes em busca de experiências únicas
- Praticantes de mergulho
- Turistas que querem explorar o litoral paulista além das praias
Mesmo para quem não mergulha com frequência, a experiência pode ser acessível com apoio de profissionais.
Um novo destino para quem quer viver experiências únicas no Brasil
O museu subaquático do Guarujá representa uma nova fase do turismo brasileiro: mais inovadora, sustentável e voltada para experiências memoráveis.
Ao unir arte, preservação ambiental e turismo, o projeto se consolida como um dos destinos mais curiosos e promissores do Brasil nos próximos anos.
E para quem busca explorar esse tipo de viagem com organização, conforto e boas conexões, contar com especialistas faz toda a diferença.
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